A relação da Phebo com a arte faz parte da identidade da marca desde sua origem. Nascida em Belém do Pará em 1930, a perfumaria construiu trajetória a partir de referências da biodiversidade e da cultura brasileira.
Não à toa, todas as lojas da Phebo abrigam obras de artistas plásticos brasileiros. Produzidas com diferentes materiais e linguagens, as peças dialogam com a arquitetura e a identidade de cada ambiente e proporcionam uma experiência de marca ainda mais imersiva para os consumidores.
Confira a seguir detalhes sobre três obras que enriquecem as lojas da Phebo e descubra histórias, processos e referências por trás de cada criação.
Loja Niterói - Constelação das Seivas, Ana V. Lopes


A loja da Phebo em Niterói (RJ) abriga um elemento que traduz a relação da marca com a natureza e os territórios brasileiros. A escultura “Constelação das Seivas”, criada pela artista visual Ana V. Lopes, reúne elementos cerâmicos que conectam a Amazônia ao litoral do Rio de Janeiro em uma composição inspirada nas paisagens e na flora brasileira.
A obra parte da ideia de que “o encontro das águas é o encontro dos territórios” e aproxima Belém do Pará, cidade de origem da Phebo, de Niterói.
A água conduz a narrativa, enquanto flores, frutos, folhas e sementes ganham forma na cerâmica. Entre as referências, estão espécies como caju, cacau, cumaru, coco, patchouli, pitanga, lavanda, orquídeas e bromélias.
Artista visual, curadora, arte-educadora e pesquisadora contracolonial Guarani Mbyá, Ana V. Lopes investiga as relações entre barro, terra e corpo, com atenção às memórias ancestrais e aos processos artesanais da cerâmica. Para a obra, criou entre 30 e 35 elementos de tamanhos variados, todos modelados à mão, com diferentes tonalidades de argila e esmaltes.
Loja Rio Sul Botafogo - Fluidez da Memória, Gabriella Marinho


No Shopping Rio Sul, no Rio de Janeiro (RJ), a Phebo também levou a arte para dentro da loja com a instalação “Fluidez da Memória”, comissionada à artista visual Gabriella Marinho. A obra é formada por dez pequenas partes cerâmicas em formato de flor.
Produzidas por modelagem manual, as esculturas passaram por secagem, queima a 1.200 °C e impermeabilização. Instaladas sobre uma parede terracota, as peças criam um efeito tridimensional que integra as peças à arquitetura.
"É um trabalho que parte de um detalhes da embalagem do sabonete de Odor de Rosas que eu atribuí à cerâmica terracota, fazendo também uma homenagem, uma reverência às técnicas utilizadas pelos povos originários do Brasil", contou em entrevista.
Nascida em Niterói e moradora de São Gonçalo (RJ), Gabriella Marinho pesquisa as relações entre matéria, memória e ancestralidade. Barro, argila e terra ganham novas formas em sua produção, também marcada por temas como identidade afro-brasileira e afro-diaspórica.
Loja Leblon - Destino, Marinaldo Santos


Exposta ao lado dos produtos Phebo, a obra reforça a conexão da marca com Belém e valoriza a arte paraense e a história de um território que permanece presente em sua identidade.
Em “Destino”, o barco simboliza travessias, caminhos e possibilidades que fazem parte da trajetória de cada pessoa. Para o artista, sonhos, metas e expectativas ajudam a construir o destino, assim como uma obra de arte ganha forma a partir de escolhas, detalhes e processos.
Nascido em Belém, Marinaldo Santos é artista plástico, pintor e desenhista autodidata. A trajetória do profissional da arte é marcada pela valorização da cultura e das referências do cotidiano paraense.
Atenção aos detalhes
A arte também faz parte da experiência de visitar uma loja Phebo. Por isso, da próxima vez que entrar em uma delas, de norte a sul do Brasil, vale olhar ao redor com atenção e observar os detalhes que compõem o espaço.
Você poderá apreciar esculturas, instalações e criações que complementam a narrativa das fragrâncias e da marca, que tanto se orgulha de suas origens.
